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Revista Time homenageia jornalistas mortos ou perseguidos pelo exercício da profissão

"Guardiões e a guerra pela verdade" é o título da mais recente série de publicações da revista

A Revista Time anunciou ontem (12) que escolheu jornalistas perseguidos pelo mundo no exercício de suas profissões como pessoas do ano. A edição é composta por quatro capas diferentes com quatro jornalistas que foram casos de violações da liberdade de imprensa.

Dentre os jornalistas homenageados estão o jornalista saudita Jamal Khashoggi, assassinado no consulado da Arábia, em Istambul, em outubro deste ano, a equipe do jornal Capital Gazete, de Anápolis, nos Estados Unidos, onde cinco jornalistas foram assassinados em um atentado em junho, a jornalista filipina Maria Ressa, diretora do site Rappler, conhecido por investigar o governo do presidente Rodrigo Duterte, além dos jornalistas birmaneses Wa Lone e Kyaw Soe Oo, jornalistas da Reuters presos em Mianmar por investigarem o massacre de integrantes da etnia muçulmana Rohingya.


De acordo com o editor executivo da Time, Ben Goldberger, estes foram os exemplos mais fortes de pessoas que fizeram, em alguns casos, o útimo sacrifício em busca da verdade.


O prêmio "Pessoa do ano", que acontece desde 1927, elege, todos os anos, personalidades de diferentes áreas que mais influenciaram o mundo. Esta é a primeira edição em que o título foi concedido a jornalistas.


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